Preparação de carros: como reduzir o tempo de pátio e acelerar a venda

Preparação de carros: como reduzir o tempo de pátio e acelerar a venda

Otimize a preparação de carros, elimine gargalos na oficina e reduza o tempo de pátio para acelerar o giro do estoque.

No mercado automotivo, a velocidade é um dos indicadores mais críticos de sucesso, visto que um veículo parado na oficina é um ativo que não está gerando receita.

 

De fato, o tempo que um automóvel leva entre a compra e a exposição no showroom, conhecido como tempo de pátio ou preparação, pode definir a lucratividade da operação.

 

Entretanto, muitos lojistas ainda enfrentam dificuldades em monitorar onde estão os gargalos que atrasam essa liberação.

 

Neste artigo, vamos explorar como mapear esse fluxo, cobrar agilidade de fornecedores e, consequentemente, transformar seu estoque em uma esteira de vendas eficiente.

Tempo de pátio x Giro de estoque: por que a demora na preparação trava seu capital

Primeiramente, é fundamental compreender a relação direta entre o tempo de preparação e a saúde financeira da revenda.

 

Afinal, quando compramos um carro, o objetivo é vendê-lo o mais rápido possível para recuperar o capital investido e realizar o lucro.

 

Contudo, se o veículo passa 20, 30 ou até 40 dias “preso” em processos de funilaria, mecânica ou estética, esse capital fica imobilizado, sofrendo com a desvalorização natural e o custo de oportunidade.

 

Ou seja, dinheiro parado no pátio, ou pior, na oficina de terceiros, é dinheiro que deixa de trabalhar a favor do crescimento da loja.

 

Além disso, um ciclo de preparação longo impacta negativamente o giro de estoque.

 

Por exemplo, se a sua média de venda é de 45 dias, mas o carro leva 15 dias apenas para ficar pronto, você perdeu um terço do ciclo comercial sem sequer anunciar o produto.

 

Nesse sentido, reduzir o tempo de preparação não é apenas uma questão operacional, mas sim uma estratégia financeira vital.

 

Sobretudo em um mercado volátil, a agilidade na disponibilização do veículo para venda aumenta as chances de aproveitar o “calor” da procura e fechar negócios com margens melhores.

 

Portanto, encarar a preparação como uma etapa crítica do fluxo de caixa é o primeiro passo para profissionalizar a gestão.

Mapeando o fluxo: como saber exatamente onde cada veículo está parado

Em seguida, para resolver o problema da demora, é preciso ter visibilidade total do processo.

 

Frequentemente, gestores perdem o controle sobre a localização exata dos veículos, uma vez que muitos processos ocorrem fora da loja, em fornecedores parceiros.

 

Para que isso não aconteça, é indispensável mapear o fluxo de trabalho, dividindo a preparação em etapas claras, como “Aguardando Peça”, “Em Funilaria”, “Em Higienização” ou “Vistoria Final”.

 

Dessa forma, você deixa de depender da memória ou de anotações em papel e passa a ter um controle visual do status de cada ativo.

 

Analogamente a uma linha de produção, saber onde está o gargalo permite uma ação corretiva imediata.

 

Se acaso você notar que cinco carros estão parados na etapa de “Pintura” há mais de uma semana, certamente há um problema com aquele fornecedor específico ou com a aprovação do serviço.

 

Nesse ínterim, o gestor pode intervir, cobrando agilidade ou redistribuindo o serviço para outro parceiro.

 

Sem dúvida, essa rastreabilidade elimina a sensação de “caixa preta” das oficinas e traz o controle de volta para dentro da loja.

 

Assim sendo, mapear o fluxo é transformar a preparação de um buraco negro de tempo em um processo previsível e gerenciável.

A importância do checklist de entrada para definir prazos e cobrar agilidade

Posteriormente ao mapeamento, a definição do escopo de trabalho é o que garante a velocidade da execução.

 

Muitas vezes, o atraso na entrega de um serviço ocorre porque o lojista não foi claro sobre o que precisava ser feito no momento da entrada do veículo.

 

Por isso, a realização de um checklist de entrada rigoroso e padronizado é crucial. Ao passo que o avaliador identifica detalhadamente os reparos necessários (um risco no para-choque, um ruído na suspensão, uma higienização interna), ele já estabelece a ordem de serviço inicial.

 

Com efeito, ao enviar o carro para o fornecedor com um checklist fechado, é possível estipular prazos de entrega realistas e cobrar o cumprimento deles.

 

Caso contrário, o veículo entra na oficina sem prioridade, ficando sujeito à disponibilidade do mecânico, o que invariavelmente alonga o prazo.

 

Ademais, esse documento serve como garantia de que apenas o necessário será feito, evitando custos extras e surpresas no meio do caminho.

 

Logo, o checklist não serve apenas para avaliar o estado do carro, mas principalmente para ditar o ritmo da preparação, servindo como um contrato de nível de serviço (SLA) entre a loja e seus prestadores de serviço.

 


Qualidade vs. Velocidade: como evitar retrabalhos que fazem o carro voltar para a oficina

Apesar de a velocidade ser o foco deste artigo, ela não pode, de maneira alguma, se sobrepor à qualidade.

 

Inegavelmente, o maior inimigo da agilidade é o retrabalho. Imagine que um carro foi liberado às pressas da funilaria, mas, ao chegar na loja, o gerente percebe uma diferença de tonalidade na pintura.

 

Consequentemente, esse veículo terá que voltar para a oficina, perdendo mais dias preciosos de venda e gerando custos adicionais de leva-e-traz.

 

Portanto, a velocidade eficiente é aquela que acerta na primeira vez.

 

Nesse contexto, é vital equilibrar a pressão por prazos com a exigência de um padrão de qualidade que não frustre o cliente final.

 

Conforme discutimos em nosso artigo anterior sobre como reduzir custos na preparação de carros, a economia ruim (contratar o serviço mais barato e rápido), mas de baixa qualidade, eventualmente sai mais caro e demora mais.

 

Por conseguinte, estabelecer checkpoints de qualidade antes de dar o “ok” final no sistema evita que o carro vá para o pátio com pendências.

 

Em suma, a meta deve ser um fluxo contínuo e sem retornos, onde cada etapa agrega valor ao veículo e o aproxima da venda, visto que um carro bem preparado vende mais rápido e gera menos dor de cabeça no pós-venda.

O Autoconf rastreia cada etapa do serviço em tempo real e libera o carro para venda mais rápido

Finalmente, para orquestrar toda essa complexidade sem perder o controle, a tecnologia é indispensável.

 

O Autoconf oferece o módulo de Gestão de Estoque que funciona como uma torre de controle da sua preparação. Por meio dele, você consegue acompanhar em tempo real em qual etapa cada veículo se encontra, quais serviços foram aprovados e qual é a previsão de entrega.

 

Não apenas isso, mas o sistema permite que você acompanhe o fluxo financeiro da preparação diretamente na plataforma, integrando custos ao valor do carro automaticamente.

 

Dessa maneira, o gestor elimina o uso de planilhas paralelas e conversas de WhatsApp descentralizadas. Assim que o serviço é concluído e validado no sistema, o veículo fica disponível para venda, integrando-se aos portais de anúncio com um clique.

 

Com toda a certeza, essa agilidade proporcionada pelo Autoconf reduz drasticamente o tempo de pátio, permitindo que sua loja gire o estoque com muito mais eficiência.

 

Em conclusão, se você quer parar de perder dinheiro com carros parados e acelerar sua operação, a solução está na gestão integrada.

 

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Pois, se o preço está alto, o consumidor compara e compra no vizinho, travando o seu estoque.   Além disso, carro parado sofre depreciação e gera custos de manutenção, o que acaba reduzindo a margem real dia após dia.   Logo, às vezes pode ser financeiramente mais inteligente reduzir a margem para 8% e vender em 10 dias, do que segurar 15% e vender em 90 dias, por exemplo.   Afinal, o dinheiro no caixa permite comprar novas oportunidades, enquanto o dinheiro no pátio é apenas um custo de oportunidade.   Em conclusão, a margem ideal é aquela que permite que seu estoque gire, no mínimo, a cada 45 ou 60 dias.     Variáveis que permitem margens maiores (carros de nicho, procedência)   É preciso entender que nem todos os carros do seu estoque devem ter a mesma etiqueta de lucro.   Certamente, veículos “commodities”, como Onix, HB20 e Gol, possuem preços muito tabelados e conhecidos pelo público, o que esmaga a margem.   Nesse caso, tentar vender muito acima da Fipe é difícil, pois há milhares de ofertas iguais na internet para comparação.   Todavia, carros de nicho, edições limitadas, cores exclusivas ou modelos premium permitem uma flexibilidade muito maior na precificação.   Por exemplo, um SUV a diesel com baixíssima quilometragem e teto solar é um item de desejo escasso no mercado.   Consequentemente, o cliente que busca esse carro específico é menos sensível ao preço e mais focado na qualidade e exclusividade do bem.   Assim, você pode aplicar margens de 18% ou 20% com segurança, sabendo que está vendendo uma “joia”.   Além disso, a procedência documentada é um fator que agrega valor real e permite cobrar mais caro que a concorrência.   Se acaso o carro

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Padronize sua compra e garanta o lucro usando um avaliador de carros digital na sua loja.     No mercado de seminovos, a sabedoria popular diz que o lucro se faz na compra, não na venda. Certamente, pagar o preço certo pelo veículo de entrada é vital para a saúde do negócio.   Entretanto, muitas lojas ainda realizam esse processo crítico baseando-se apenas no “olhômetro” ou na intuição do vendedor.   Neste artigo, vamos explorar como a adoção de um avaliador de carros digital transforma sua operação.   Assim, você verá como a tecnologia elimina o achismo, padroniza critérios e blinda sua margem de lucro. Riscos de avaliar carro sem critério Primeiramente, é necessário reconhecer que a avaliação manual e subjetiva é a porta de entrada para prejuízos invisíveis na revenda.   Quando cada vendedor da sua equipe utiliza um critério próprio para avaliar um veículo, a loja perde completamente o padrão de qualidade.   Por exemplo, um vendedor pode ser extremamente rigoroso com a lataria, enquanto outro deixa passar detalhes importantes de mecânica apenas para fechar a venda rápida.   Consequentemente, essa falta de consistência gera um estoque heterogêneo, onde alguns carros dão lucro e outros, comprados sem critério, tornam-se “micos” no pátio.   Além disso, confiar apenas na memória ou em anotações de papel aumenta o risco de esquecer itens cruciais durante a inspeção rápida.   Se acaso o avaliador esquecer de checar o funcionamento do ar condicionado ou o estado dos pneus traseiros, esse custo cairá na conta da loja depois.   Inegavelmente, esses pequenos reparos não previstos, quando somados no final do mês, corroem uma fatia significativa da margem líquida da empresa.   Sobretudo, existe o risco emocional, onde o vendedor, ansioso para bater a meta, superavalia o carro da troca propositalmente.   Nesse cenário, a loja paga mais do que o carro vale apenas para viabilizar a venda do novo, mascarando um prejuízo futuro.   Por fim, a falta de registro fotográfico e documental da avaliação cria um vácuo de responsabilidade dentro da equipe comercial.   Visto que não há prova do estado do carro na entrada, torna-se impossível saber se um risco na porta já existia ou ocorreu dentro do pátio.   Portanto, eliminar o critério subjetivo não é desconfiar da equipe, mas sim proteger o patrimônio da empresa contra erros humanos naturais.   Em suma, avaliar sem método é como jogar dados com o dinheiro do caixa, torcendo para que a sorte cubra as falhas do processo.     Padronização do checklist de entrada (mecânica, funilaria e documental)   Em segundo lugar, a principal função de um avaliador de carros digital é impor um roteiro obrigatório e detalhado de inspeção para todos os veículos.   Com efeito, a tecnologia funciona como um guia passo a passo, impedindo que o avaliador pule etapas fundamentais da verificação técnica.   Dessa forma, o sistema exige que sejam checados itens de mecânica, como ruídos no motor, fumaça no escapamento e nível de fluidos.   Simultaneamente, o checklist de funilaria obriga o registro de cada arranhão, amassado ou peça repintada, mapeando a estética real do carro.   A padronização também se estende à parte documental, que é frequentemente negligenciada na emoção do fechamento do negócio no pátio.   O aplicativo solicita a verificação de multas, restrições judiciais e o histórico de leilão antes mesmo de a negociação de preço avançar.   Por conseguinte, o vendedor só consegue finalizar a avaliação após preencher todos os campos obrigatórios, garantindo uma análise 360 graus do bem.   Inclusive, essa padronização permite que qualquer pessoa da equipe, mesmo com menos experiência técnica, realize uma avaliação com nível aceitável de segurança.   Visto que o software indica o que deve ser olhado, o processo deixa de depender exclusivamente do “especialista” da loja.   Além disso, todos esses dados ficam salvos na nuvem, criando um dossiê digital completo do veículo no momento exato da sua entrada no estoque.   Assim sendo, se surgir uma dúvida futura sobre a procedência ou o estado de conservação, basta consultar o histórico no sistema.   Portanto, a tecnologia atua como um supervisor virtual, garantindo que o padrão de qualidade exigido pelo dono da loja seja cumprido em 100% das compras.   Em conclusão, o checklist digital transforma a avaliação de uma “arte” subjetiva em um processo industrial repetível e seguro.     Como a avaliação correta impacta diretamente no lucro final Posteriormente, precisamos conectar a qualidade da avaliação, ou do avaliador de carros, diretamente com a última linha do seu balanço financeiro, que é o lucro líquido.   Certamente, o preço de venda de um carro é ditado pelo mercado, mas o custo de aquisição e preparação é controlado inteiramente pela loja.   Logo, cada defeito não identificado na avaliação inicial se transforma automaticamente em um custo extra de preparação que sai direto da sua margem.   Por exemplo, se você precificou a revenda considerando um lucro de 4 mil reais, mas não viu que a embreagem estava ruim, o conserto levará metade desse lucro.   Dessa maneira, a avaliação precisa é a única ferramenta capaz de prever o Custo de Reparo Estimado (CRE) com assertividade.   Ao passo que o avaliador insere os defeitos no sistema, a ferramenta já pode descontar esses valores do preço de compra sugerido ao cliente.   Consequentemente, você protege sua margem antes mesmo de fechar o negócio, garantindo que o custo do conserto seja pago pelo antigo dono, e não pela loja.   Além disso, carros bem avaliados giram mais rápido no estoque, pois chegam ao pátio com menos surpresas para serem resolvidas na oficina.   Visto que tempo de pátio é dinheiro, a agilidade na preparação, que começa numa boa avaliação, melhora o fluxo de caixa da empresa.   Muitas lojas quebram não por venderem pouco, mas por comprarem mal, acumulando um estoque caro e cheio de vícios ocultos.   Ainda mais, a precificação correta na entrada permite que você tenha competitividade na saída, podendo vender pelo preço de mercado

5 estratégias práticas de como gerar leads para loja de carros em 2026

Descubra 5 estratégias infalíveis de como gerar leads para loja de carros e acelere suas vendas.     No mercado automotivo atual, esperar o cliente entrar na loja espontaneamente é uma estratégia falida, pois o comprador moderno pesquisa tudo online antes de sair de casa.   Certamente, o “boca a boca” tradicional ainda funciona, mas ele não tem escala suficiente para sustentar o crescimento de uma revenda que deseja liderar o mercado local.   Por isso, dominar técnicas avançadas de captação tornou-se obrigatório para qualquer gestor que queira manter o pátio girando e o time de vendas ocupado o mês inteiro.   Neste artigo, apresentaremos 5 estratégias práticas e testadas de como gerar leads para loja de carros, focando no que realmente funciona em 2026.   Assim, você terá um plano de ação claro para atrair compradores qualificados, independentemente do tamanho do seu estoque ou da sua verba de marketing.     Estratégia 1: O papel do tráfego pago (Google Ads e Meta Ads) e orgânico na captação Primeiramente, precisamos falar sobre a maneira mais rápida de colocar seus carros na frente de quem quer comprar, que é investindo em tráfego pago inteligente.   O Google Ads captura o cliente no momento exato da intenção, como quando ele digita “comprar HB20 em São Paulo” na barra de pesquisa.   Esses leads tendem a ser mais quentes e prontos para fechar negócio, pois já decidiram o modelo e estão apenas procurando a melhor oferta.   Por outro lado, o Meta Ads (Facebook e Instagram) funciona despertando o desejo através de anúncios visuais que aparecem no feed de quem tem perfil de comprador.   Nesse sentido, o Meta é excelente para remarketing, mostrando novamente aquele carro que o cliente viu no seu site mas não comprou na hora.     Entretanto, não se pode viver apenas de mídia paga, visto que o custo por clique tende a aumentar conforme a concorrência na sua região cresce.   Por essa razão, o tráfego orgânico deve ser trabalhado em paralelo, através de um site otimizado para SEO e conteúdos relevantes que atraiam visitantes gratuitamente.   Inclusive, ter um perfil forte no Google Meu Negócio ajuda a captar leads locais que buscam revendas no mapa, gerando ligações e visitas físicas sem custo direto.   Além disso, a consistência na produção de conteúdo orgânico cria autoridade para a marca, fazendo com que o cliente confie mais na sua loja do que na concorrência.   Em suma, a estratégia vencedora combina a velocidade do pago com a solidez do orgânico, garantindo um fluxo constante de oportunidades em qualquer cenário econômico.   Estratégia 2: A importância de um estoque bem fotografado e descrito para atrair cliques Em segundo lugar, a vitrine digital da sua loja é o fator determinante para o clique, pois ninguém se interessa por um anúncio com fotos escuras ou tremidas.   Assim, a qualidade da imagem reflete a qualidade do carro na mente do consumidor, criando uma percepção imediata de valor ou de desleixo.   Portanto, investir em um cenário limpo, boa iluminação e ângulos que valorizem o veículo é essencial para destacar seus anúncios no meio de milhares de outros.   Trouxemos algumas dicas de como fazer isso em um outro artigo, que você pode ler clicando aqui.   Além disso, a descrição do veículo não pode ser apenas uma lista técnica fria, mas sim um texto que venda os benefícios e o estado de conservação.   Dessa forma, ao invés de apenas dizer “ar condicionado”, explique que o ar gela muito e foi higienizado recentemente, gerando segurança no comprador.   Ademais, vídeos curtos mostrando o motor funcionando e o interior detalhado aumentam drasticamente a conversão, visto que o vídeo transmite transparência e realidade que a foto estática não consegue.   Se acaso o carro tiver um pequeno detalhe na lataria, mostre-o honestamente, pois isso gera confiança e evita frustrações na visita presencial.   Sobretudo, lembre-se que o lead só entra em contato se ele sentir que o carro é real e está em boas condições, eliminando o medo de cair em golpes.   Por conseguinte, trate cada anúncio como uma página de vendas única, dedicada a convencer o visitante de que aquele é o melhor carro disponível na região.   Caprichar na apresentação visual é a forma mais barata e eficiente de aumentar sua taxa de cliques (CTR) e gerar mais leads qualificados.     Estratégia 3: Parcerias locais e indicações: o boca a boca digitalizado Não podemos ignorar o poder das conexões locais, que podem ser amplificadas através de estratégias digitais de indicação e parcerias estratégicas.   Certamente, mecânicos, despachantes e seguradoras da sua cidade atendem diariamente pessoas que estão pensando em trocar de carro ou vender o seu usado.   Assim sendo, criar um programa de parceiros onde esses profissionais ganham uma comissão por indicação efetiva pode trazer leads altamente qualificados e com custo de aquisição baixo.   Além disso, incentive seus próprios clientes satisfeitos a indicarem amigos, oferecendo benefícios reais como um tanque cheio ou um serviço de estética automotiva gratuito pela indicação.   Com efeito, a recomendação de um amigo tem um peso muito maior na decisão de compra do que qualquer anúncio pago que você possa fazer.   Ainda, explore parcerias com empresas locais que tenham frotas ou funcionários que precisam de mobilidade, oferecendo condições especiais para aquele grupo corporativo.   Eventualmente, realizar eventos de feirão em parceria com postos de gasolina ou shoppings da cidade também gera uma lista de contatos frescos para trabalhar na semana seguinte.   Dessa maneira, você transforma o networking offline em dados para o seu CRM, cadastrando cada pessoa interessada para um follow-up profissional.   Inclusive, utilizar o WhatsApp para pedir indicações de forma ativa para sua base de clientes antigos é uma estratégia de “custo zero” que traz resultados surpreendentes.   Em conclusão, o boca a boca não deve ser passivo; ele precisa ser estimulado, recompensado e, principalmente, digitalizado para gerar leads recorrentes.     Estratégia 4: Uso de redes